Arquivo de novembro de 2004

CELLULAR : UM GRITO DE SOCORRO
(CELLULAR)

terça-feira, 16 de novembro de 2004





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Direção: David R. Ellis
Roteiro: Chris Morgan, baseado em estória de Larry Cohen
Elenco: Kim Basinger, Chris Evans, William H. Macy, Eric Christian Olsen, Jessica Biel.

Me responda sinceramente. Se você por algum louco acaso do destino recebesse uma ligação de uma pessoa estranha, dizendo que havia sido seqüestrada e que você seria a sua única esperança de vida, o que você faria???

a) Faria de tudo para ajudar a pessoa, já que você é uma alma pura e sempre pronta a ajudar os necessitados.

b) Começaria a falar um monte de sacanagens com a dona pensando que aquilo era algum tipo de tara de alguém que tem o chip dos 31 anos da OI.
c) Mandaria a mulher pra baixa da égua, pois você odeia trotes.
d) Com certeza pensaria que era brincadeira e ia sacanear a mulher até ela desligar o telefone e ir encher o saco de outro.
e) Faria qualquer outra coisa, menos escolher a primeira opção, pois você com certeza não roubaria carros, enfrentaria policiais corruptos, pularia de cima de prédios enormes e etc, etc…

Bem, se você é uma das (1) pessoas no mundo que optaria pela primeira pessoal, com certeza você gostará bastante desse filme. Você provavelmente curtirá bastante as inúmeras cenas de tensão que um filme desse porte proporciona. Ele não é péssimo, mas é muito clichê e absurdo. Ninguém no mundo em que vivemos faria o que o personagem do Chris Evans faz aqui nesse filme. Mas sabem de uma coisa, o sempre ótimo ator William H. Macy (Fargo) faz um personagem tão legal nesse filme que até gera uma siompatia por parte de quem ta vendo. Mas mesmo assim espere em DVD, com certeza a apreciação dessa fita no conforto do seu lar o deixará bem mais agradável.

RESIDENT EVIL – APOCALIPSE

sexta-feira, 12 de novembro de 2004



Direção: Alexander Witt
Roteiro: Paul W.S. Anderson
Elenco: Milla Jovovich (Alice), Sienna Guillory (Jill Valentine), Oded Fehr (Carlos Olivera).

Vi pouquíssimas críticas sobre esse filme e todas foram negativas. Não sei se por ter gostado do primeiro filme, ou por adorar filme que envolvam mortos vivos, ou por achar a Milla Jovovich a maior gostosa, acabei até gostando do que vi.
A história do filme trata da continuação imediata do primeiro, com uma pequena explicação do que aconteceu até o despertar de Alice (Milla), até a completa, ou quase completa infestação de Racoon pelo mortal Vírus T, ocasionado devido a abertura da Colméia, pela empresa Umbrella. Nesse filme, Alice além de estar mais forte devido a modificações genéticas sofridas, conta com mais dois personagens fodões do jogo, Carlos olivera e Jill Valentine.
Até aí tudo bem, só que quem fez o roteiro foi nada mais nada menos que o Paul W. S. AliensXPredador Anderson. E isso, acredito eu, é o que ele sabe fazer de pior. Aquele confronto entre a Alice e o personagem Nêmesis (O cara que escapa com o vírus no primeiro filme que tb passa por modificações genéticas); o vilão inescrupuloso que só quer saber de dinheiro e que se lasca no final; os heróis quase imbatíveis e que logicamente apesar dos sustos, escapam; o negão que só escapa porque é o personagem engraçado do filme (o que está se tornando clichê em filme de ação norte-americano) e é claro, o final aberto para mais uma continuação (isso é básico, pois assim já facilita o trabalho de quem vai pegar a franquia no futuro).
Aí vocês devem estar se perguntando: “E com todos esses defeitos, o Vladimir ainda gostou dessa merda?”. O que eu prontamente respondo: “Louco por filmes de mortos-vivos e pelo jogo eu sou, jovem Padawan.”.
Três estrelas são mais do que suficientes. E tenho dito!!!

PS: Essas duas críticas foram colocadas aqui pra vcs e eu, aproveitarmos tranquilamente esse feriadão. Já comprei a cerva e aluguei um montão de filmes…

O MESTRE DOS DESEJOS 2
(WISHMASTER 2)

sexta-feira, 12 de novembro de 2004





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Direção: Jack Sholder
Roteiro: Jack Sholder
Elenco: Andrew Divoff, Tommy Tiny Lister Jr., Holly Fields.

Um filme em que as mortes são causadas por um gênio mais cruel que o gato do Gargamel, que se liberta de um rubi da Mesopotâmia depois dele ser quebrado em um assalto fuleragem, que só fala se cagando e que traz o mal através de deturpações dos desejos das pessoas, com certeza nunca deve ser levado a sério. Principalmente se tratando de uma continuação onde quase tudo se repete exatamente como ocorreu no primeiro (que eu assisti faz um tempão e sinceramente pensava que era esse, que no final das contas, eu nunca tinha visto).
Os personagens desse são os mais interessantes possíveis: Uma punk ladra que acaba libertando o Djin e pensa que para ser uma pessoa pura basta mudar o visual (é isso mesmo que vocês leram, nada mais); um padre que tem o maior tesão pela punk e que no final mostra a ela o que eles tem em baixo da batina; e um malandro da máfia russa que ajuda o gênio em troca de riquezas mas que no final se arrepende.
Esse filme me lembra muito uma adaptação do Stephen King, feita para televisão, chamada “A Tempestade do Século”. Um filme super chato, que quase não tem fim (são 4 horas de filme) e que tem um dos piores finais que eu me lembro. Certo que a história não tem nada a ver uma com a outra, mas ambos são igualmente horríveis.
No final (quem agüentar até lá) todos já sabemos o que vai acontecer, o demônio é enviado de volta pro quinto dos infernos, depois de ter cometido um pequeno erro de cálculo que deu margem à inteligência “superior” dos mocinhos salvarem o mundo e blá, blá, blá.

Terrível como poucos!!!

PS: Não consegui encontrar o pôster desse filme, mas como todos devem ser iguais, esse que eu encontrei vai servir.

OS ESQUECIDOS
(THE FORGOTTEN)

quarta-feira, 10 de novembro de 2004






Direção: Joseph Ruben.
Roteiro: Gerald di Pego.
Elenco: Julianne Moore, Christopher Kovaleski, Anthony Edwards, Jessica Hecht, Gary Sinise, Dominic West.

O filme já começa nos mostrando claramente duas opções para o desenrolar da história, a de que a personagem principal é louca e passa por um tremendo surto de amnésia ocasionado por um grande trauma (o que logo logo é descartado), ou que ela está envolvida em uma super e terrível conspiração que envolve até o próprio governo de seu país.
Infelizmente quem viu o trailler (o meu caso), provavelmente não deve ter tido essa dúvida, já que o mesmo entrega o filme quase todo, o que é uma pena, já que se trata de um suspense muito interessante, cheio de surpresas muito legais (pelo menos para quem gosta do gênero, como eu e que não vou dizer para não estragar mais uma das surpresas do filme, apesar de que essa eu TAMBÉM matei no trailler).
Juliane Moore é Kelly Paretta, uma mulher comum, que vive uma vida comum, abalada pela morte prematura de seu filho Sam em um acidente de avião há um pouco mais de um ano. Tudo começa a ficar estranho quando tudo relacionado a seu filho começa a desaparecer, inclusive as memórias das pessoas em relação a ele. Mas Kelly não esquece e com o reforço de Ash, que também perdeu sua filha no acidente e só consegue lembrar após a interferência de Kelly, ambos começam a travar uma luta contra tudo e todos para provar que seus filhos existiram e principalmente descobrir o que houve com eles, nem que para isso tenham que enfrentar todos que entrem em seus caminhos, até mesmo forças que eles nem imaginam.
A atuação de Moore como uma mãe desesperada é muito boa (o que já era de se esperar), o roteiro do filme (que fiquei posteriormente sabendo tratar-se de um remake de um filme da década de 50) também está muito interessante, apesar da pieguice e exageros em alguns momentos.
Um filme, que na minha opinião, vale a pena ser visto.

60 SEGUNDOS
(GONE IN 60 SECONDS)

sábado, 6 de novembro de 2004






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Direção: Dominic Sena.
Roteiro: Scott Michael Rosenberg.
Produção: Jerry Bruckheimer e Mike Stenson.
Elenco: Nicolas Cage, Angelina Jollie, Robert Duvall.

Tenho quase certeza de que esse é o pior filme que o Nicolas cage já fez, ou melhor, esse é o pior filme que todos esses atores já fizeram. Até porque se eles fizeram algo pior que isso, com certeza o Sr. George W. Bush já os teria prendido por tentativa de terrorismo através da utilização de armas de destruição em massa.
A história de um ladrão lendário aposentado que volta ao ramo para ajudar o irmão encrencado e que para isso tem que roubar 50 carros numa noite, é ridícula e sinceramente não vejo nem a mais remota possibilidade de interessar ninguém, a não ser enganado pela presença de alguns bons atores do elenco. Coisa que a leitura da sinopse pode trazer o enganado de volta a razão, fazendo-o evitar o filme.
Misture a isso dois policiais chatos pra cacete, ajudantes idiotas e um perigoso criminoso com uma perseguição de carros no final e taí o filme.
A cena mais tosca do filme, que não por acaso é a pior e mais sem sentido cena romântica que eu já vi na minha vida, é a do personagem do Cage, que para deixar a Jollie excitada sussurra em seu ouvido nomes de peças de carro?!?!?!?! Mais romântico que isso, impossível.

Nem só de filmes novos se vive o Nem Todos São Arte.