Essa é uma coluna que eu queria fazer desde a publicação dos filmes do Drácula com o Cristopher Lee. Agora a concretizo publicando críticas de mais dois clássicos da Hammer (indústria responsável pelos melhores e piores filmes de terror da década de 60).
Nessa sessão publicarei tanto filmes que eu gostei, como os que não gostei. Como vou colocar aqui apenas filmes mais antigos, amados por uns e odiados por outros, não vou colocar nenhum tipo de nota. Lembrem-se de uma coisa muito importante, ser velho e considerado clássico por alguns não torna necessariamente um filme bom. Existem uns que na minha opinião, são ruins independente da idade.
E agora, sem mais delongas, divirtam-se:
CARMILLA – A VAMPIRA DE KARNSTEIN
(CARMILLA)
Direção: Roy Ward Baker
Roteiro: Tudor Gates
Elenco: Ingrid Pitt, George Cole e Peter Cushing.
Os Karnstein são uma terrível família de vampiros que de vez em quando voltam do mundo dos mortos pra fazer uma série de assassinatos terríveis em um pequeno povoado. Carmilla seria a única vampira que conseguiu escapar depois de todos os outros terem sido destruídos por um jovem Barão (ou qualquer coisa do tipo) que havia perdido entes queridos por causa dos Karnstein.
Mas o espírito dessa maléfica e insaciável bruxa sugadora de sangue reencarna em outro corpo trazendo mais uma vez a calamidade para o povo da região. Tudo isso com a ajuda de uma misteriosa mulher e do mesmo ajudante do Bento Carnero, o Vampiro brasileiro, Calunga (Só falta a caveira pra ficar igual).
Como todos os filmes de vampiro feitos nessa época, sempre existe alguém ou alguns que descobrem tudo e no final conseguem destruir o monstro do filme.
Mas sabe o que é mais legal nessa série da Carmilla??? Essa personagem tem grandes tendências homossexuais. Ela prefere o sangue de jovens donzelas e nesse filme fica claro que ela acaba tendo (ou pelo menos bateu na trave) relações sexuais com outra personagem. Imagino o alvoroço que deve ter sido na época que foi feito.
LUXÚRIA DE VAMPIROS
A REENCARNAÇÃO DE CARMILLA KARNSTEIN
(LUST FOR A VAMPIRE)
Direção: Jimmy Sangster
Roteiro: Tudor Gates
Elenco: Ralph Bates, Bárbara Jefford, Suzana Leigh.
Se o primeiro já era mais ou menos fraco, esse aqui é ainda MUITO pior. Nesse, Carmilla volta a “vida” depois de um ritual satânico realizado por uma mulher e por um bruxo, após ter o sangue de uma jovem derramado sobre o seu semidestruído corpo.
Depois de acordar, o bruxo e a mulher, que basicamente fazem o mesmo papel do Calunga e da mulher do outro filme, levam Carmilla até um internato feminino, onde ela saciaria a sua eterna sede de sangue feminino.
As vítimas começam a aparecer, até o povo da vila que já conhecia e acreditava em todas as lendas dos Karnstein irem até o castelo (nos dois filmes Carmilla se refugia no Castelo) e sapecarem fogo em tudo.
Esse filme parece ter sido feito bem depois do primeiro. Como a série é uma trilogia e no filme não possuía a referência de qual da série ele era, eu fiquei sem saber se esse seria o segundo ou o último. Confesso que fiquei muito curioso em ver o outro filme.
Não sabia da existencia desses filmes, deve chegar a ser hilário… Abraços…
vi Expresso e os Incríveis veja oq achei… a proposito gostei de ver a sessão trash, hehe!
Fiquei curioso quanto ao primeiro.
Tá vendo uns filminhos do fundo do baú…hehehe…Abç…
Eu vi BENMSL…depois vá lá no blogger…
Abç.
Eu me considero cinéfilo, mas nunca me dei realmente ao luxo de sentar e assistir a podreiras clássicas que sempre são divertidos, às vezes mais do que muitas produções classe-A.
Eu nem cinéfilo sou… Parabéns, Vladimir… Você assiste tudo, e de boa qualidade…. Sim, ser velho e clássico naum significa ser um excelente filme… Detesto E o vento levou e Casablanca….
É meu lema, num é porq
NUm é porque é antigo que perde o direito de estar em nossa página né? Não descrimino nada. hehehe
Meu Deus, como alguém pode não gostar de Casablanca? e de E O vento Levou?
Por incrível que pareça ainda não vi nem Casablanca nem E o Vento Levou.
… E O VENTO LEVOU tem 4 horas e nunca é chato. Difícil encontrar épico melhor.
“podreira’ ‘deve ser hilário’
nossa, como diz um conhecido, quanto analfabetismo estético
das pessoas que comentam, e não das que fizeram o filme.Complementando o comentário anterior.
Devo dizer q a atriz q interpreta Carmilla era muito gata !
O filme até q é legal!
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Harvy Ondsen
…
Rita Clarry
…
Rebecca Sarah
Merry Christas and Happy New 2006 Year!
O conto e muito melhor. Sem falar que a tal da Carmilla no conto e uma jovem e no filme nao da nem para mentir a idade.