MULHER-GATO
(CATWOMAN)





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Direção: Pitof.
Roteiro: John D. Brancato, Michael Ferris e John Rodgers.
Elenco: Halle Berry, Sharon Stone, Benjamin Bratt, Lambert Wilson.

Em se tratando de filmes baseados em H’QS duvido muito que algum dia, seja parido um filme tão ruim como esses. É o famoso “nasceu duma cagada”. Ruim, mal feito, chato e ridículo do começo ao fim, Mulher-gato é disparado o pior filme de 2004. O famoso ruim de pai e mãe, direção e roteiro que bóiam mais que bosta n’água.
Em primeiro lugar foi terrível a idéia de adaptar a história da Mulher-gato, tirando-a do universo do Batman e transformando-a em uma empregada de uma indústria de cosméticos que acaba morrendo depois de descobrir acidentalmente que a empresa estava criando e lançando no mercado um produto altamente viciante e prejudicial a saúde que prometeria parar o efeito do tempo nas mulheres. Depois de sua morte vem mais uma baboseira. Um gato a ressuscita, segunda uma lenda blá blá blá… (cópia descarada e ridícula do Corvo). Assim ela ganha todas as características do gato, inclusive o ronronar (pausa para gargalhada). Halle Barry está mais do que ridícula, principalmente quando veste aquela roupa (Meu Deus, que máscara é aquela?). Sharon Stone é a super vilã, que fica poderosa devido ao seu creme de beleza (hahahahahahahahahahahasnifsnifsnifbuááábuáááá), que a deixa com a pele dura feito pau (principalmente a cara, por ter aceito fazer o filme).
Um filme mal feito, idiota, imbecil, desnecessário, ridículo, bobo, tosco, babaca, Pior que os filmes da Xuxa, vergonhoso, e mais todos os sinônimos possíveis para algo Muito, mas realmente Muito ruim.
Na minha opinião a Mulher-Gato não é nada mais que uma mera coadjuvante do Homem Morcego, mesmo que fosse um filme sério, na minha opinião não valeria a pena ser feito. Lembrar da Michele Pfeiffer como a vilã é muito melhor.
Pitoff (desgraçado!!!) e o resto das carniças responsáveis por essa bomba deveriam ser acorrentados, espancados, torturados com choques nos testículos e nos mamilos e separados de qualquer tipo de convívio social, trancafiados isoladamente em uma daquelas ilhas que o Papillon ou Conde de Monte Cristo foram presos ou na ilha que Tom Hanks viveu no Náufrago (mas sem o Wilson, pois nem ele merece escutar a Halle Barry ronronando). E que Deus nos livrasse de uma fuga!!!

PS: Halle Barry foi “premiada” na última edição do Framboesa de Ouro” por essa atuação e surpreendeu a todos por ir pessoalmente receber seu “prêmio”. De quebra ainda tentou sair pela tangente transferindo a culpa de sua participação no projeto ao seu estúdio. hehehe

12 comentários para “MULHER-GATO
(CATWOMAN)”

  1. Vladimir disse:

    Antes tarde, do que nunca. Enfim, tive coragem de assistir. Tudo por vcs que lêem esse blog. :)

  2. Paulo jr. disse:

    Cinco cuzinhos é pouco para esse atentado terrorista.

  3. b disse:

    Vladimir, ok eu faço e mando para você…

  4. Jedi disse:

    quando vamos nos juntar e dar um premio a mô primo Vladao? Meu amigo, vc eh meu Hero :P

  5. Glauco disse:

    ae vladaum tbm vou unir a vc pelo menos nesse filme..eu tbm tive a ENORME coragem de assistir esse fiasco…. fazer oq neh? era o cinema de iguatu(sauron’s movie)uhauahuhauh (same shit)

  6. Ed disse:

    eu so vou assisitir a esse filme se um dia ele passar no telecine e eu não tiver nada, exatamente nada, pra fazer! uhauahhaha

  7. b disse:

    Birth é talvez o filme mais ridículo do ano… Parece que o filme foi feito em duas partes, uma sobrenatural e outra realista. O resultado é um filme surrealista, no mau sentido.
    Bom, mas não comecemos pelo fim. Um jovem mulher (ANNA – Nicole Kidman) perde o seu marido (SEAN). O enredo leva-nos a crer que a sua paixão era imensa e eterna, mesmo na sinopse ouvimos a frase do miúdo “Casámo-nos 30 vezes em 30 dias”. A cena da morte do Sean Marido é cortada por uma outra cena a informar-nos que passaram 10 anos e com imagens do nascimento de uma criança – mais uma vez mais a sugerir uma espécie de reencarnação. E Anna ainda não esqueceu completamente o falecido (do qual nunca vimos a cara), no entanto aceita uma proposta de casamento do seu actual namorado, realizando para tal uma festa de arromba. Durante esta parte do filme, o realizador mostra-nos a chegada de um casal amigo (Clifford e Clara), porém o elemento feminino do par inventa uma desculpa e não entra, ainda, na festa. Esta mulher (Anne Hetche) traz consigo uma prenda/caixa que resolve enterrar num parque ali perto. Ela não nota que é seguida pelo miúdo de 10 anos.
    Com a data marcada, surge o tal rapaz de 10 anos afirmando ser o SEAN Marido de Anna. Aos poucos esta vai acreditando que o petiz é mesmo SEAN…
    Para mostrar o ridículo do filme tenho que contar o fim, por isso se não quiserem saber não leiam mais! Após ser questionado por diversos familiares e amigos, o rapaz sempre confiante e entrosado responde a todas as perguntas acertadamente. Anna acredita profundamente que o rapaz é a reencarnação de SEAN Marido.
    Nisto convoca o casal amigo para verem o SEAN Marido reencarnado. Anne Hetche, sabendo que algo está mal (porque ao regressar ao local onde enterrou a prenda /caixa não a encontrou) convida o miúdo para a sua casa e confronta-o, dizendo que ele não é o SEAN Marido, porque se assim fosse ela seria a primeira a ser contactada, visto serem amantes. Como prova do amor de SEAN por Clara, ele nunca abriu as cartas enviadas por Anna, que esta enviava ao marido quando ele estava numa das suas viagens frequentes para o estrangeiro (que conveniente).
    Assim, Clara abre a mochila do puto e vê as cartas que este andou a ler e a decorar… Sinceramente, como é que o miúdo sabe sequer o que é uma reencarnação ou consegue mentir à frente de toda as pessoas sem vacilar um segundo. É difícil de acreditar.
    Há quem diga que o puto é realmente a reencarnação de SEAN, devido à cena da casa de banho em que Clara convida o miúdo para a sua casa e porque ele diz “Não digas à Anna”, sabendo perfeitamente quem ela é. Eu não concordo porque quando ela o confronta na casa ele faz um ar de quem mentiu e tenta fugir. E se assim for o fim do filme torna-se ainda mais estúpido ou então inventa uma nova teoria de reencarnação, uma reencarnação em que mudamos de personalidade e gostos, uma reencarnação a gosto!?!? Cá para mim o puto sabia que este comportamento é um íman de mulheres e por isso aceitou o convite de Clara e já queria pôr os cornos à Anna.
    Em princípio, tudo não passou de uma brincadeira, face à carta do miúdo enviada a Anna, lida em voz off. Enfim gozou com a cara de toda a gente e ainda ficou a rir!
    A cena da banheira entre a Nicole e o miúdo é digna de uma cena pedófila… A cena final, onde Anna chora compulsivamente no dia do seu casamento com o novo marido e parece que vai enlouquecer, indica que a Clara tenha enviado as cartas.

  8. Vladimir disse:

    Valeu Bruno, publicarei amanhã esse seu “comentário”. hehehehe
    E realmente eu mereço um prêmio por ter coragem e paciência de ver tanto filme ruim. :)

  9. kellyton disse:

    vc ta virando o mestre dos comentarios esse foi aniquilador, sem qualquer chance de defesa!

  10. Ô LOUCO, TCHÊ!!!
    É o texto mais demolidor que já li – e parece perfeitamente adequado ao filme em questão…
    Não vejo essa merenda escolar nem sob as torturas citadas.

  11. Vladimir disse:

    HAHAHAHA (risada maléfica de vilão tosco que não assusta ninguém de filmes mais toscos ainda levemente baseados em HQ’S, como a Mulher Gato)