Arquivo de julho de 2005

O QUARTETO FANTÁSTICO
( FANTASTIC FOUR)

domingo, 10 de julho de 2005






Direção: Tim Story.
Roteiro: Michael France e Mark Frost.
Elenco: Ioan Gruffudd, Michael Chiklis, Jessica Alba, Chris Evans, Julian McMahon, Kerry Washington, Stan Lee.

Me empolguei…

Uma das piores notícias que recebi a respeito da adaptação dos 4 fantásticos, foi quando o pretenso diretor Tim Story assumiu a ponta do projeto, mas mesmo assim, até aí, o maior problema, era porque eu nunca tinha visto nada feito pelo diretor. Tudo ficou mais complicado e assustador, quando um ano antes do quarteto sais nos cinemas, o senhor Story realizou o filme Táxi . Após isso comecei a esperar o pior. Pensei que veria um filme que fosse um clichê ambulante, com um elenco mal escolhido e caricato. Efeitos especiais fracos e uma história boba e sem sentido, ou seja, no mesmo nível da adaptação de Elektra.
Mas depois de ver um dos últimos traillers do filme e até que enfim visto o Táxi, e perceber que ele não era tão ruim quanto eu imaginava, uma chama de esperança voltou a crepitar em meu já machucado coração de fã de adaptações de HQ’s. Mas nuvens escuras ainda rondaram meus pensamentos depois de ler algumas críticas bastantes depreciativas, na véspera da estréia do filme (que poético, hein?). Por essa diversidade de sensações, resolvi deixar tudo de lado e partir para as minhas próprias conclusões, vendo-o na estréia (07/07/05).
Então, o que posso finalmente dizer sobre essa adaptação do Quarteto Fantástico? Posso dizer, sem medo de ser feliz, que fiquei bastante satisfeito com o que vi. Longe de ser uma maravilha como X-Men, Homem-Aranha e o recente Batman Begins, e mais longe ainda de ser um filme fraco ou uma merda, como o já citado Mulher Gato (uma piada muito mal contada e de um perverso mal gosto), Elektra e O Homem-Coisa . O Quarteto fica em um meio termo, se colocando num nível mais próximo ao de adaptações como Hellboy, Constantine (um pouco acima desse nível), Justiceiro e Demolidor.
Mas sabem o que é o mais interessante? O filme é realmente um clichê ambulante, com alguns intérpretes, na minha opinião, mal escolhidos (como a Jéssica Alba), mas que não chegam a atrapalhar o resultado final do filme. Tim Story e os roteiristas tiveram a sorte de conseguir transferir para tela o que existe de mais importante em uma adaptação dos quadrinhos, a essência dos personagens. Os mais perfeitos são com certeza Ben Grinn, o Coisa (Michael Chiklis é o melhor de todos e sua maquiagem está ótima, gostei da roupa de borracha) e Johnny Storm, o Tocha Humana (Chris Evans), que realmente incorporaram os personagens em início de carreira. Também vale destacar a participação do ator Julian McMahon (Dr. Destino), com certeza um dos personagens mais complexos das histórias, juntamente com o homem de pedra. Gostei também da escolha da atriz Kerry Washington (Alicia Masters). Na realidade, o único grande erro foi a escolha da Jessica Alba para interpretar a futura Sra. Fantástico. Ela é muito nova e sua mediocridade enquanto atriz limita muito a seriedade da participação de Suzan Storm na história (a Charlize Teron teria sido uma escolha perfeita!!!).
Mas vamos a história.
O falido cientista Reed Richards (Ioan Gruffudd bastante competente) e seu amigo e piloto Ben Grinn, vão até as empresas do megalomaníaco magnata Victor Von Doom, antigo colega de Faculdade de Reed e atual namorado da paixão de sua vida, a Cientista Sue Storm (putz, Jéssica Alba cientista, não tem quem engula). Reed deseja patrocínio de Victor, para uma viagem à sua estação espacial, para realizar estudos que envolvem a origem do próprio universo e a constituição do nosso DNA, a partir de uma chuva de raios solares (Hããããã? Tudo bem, apesar de ser o motivo do “como eles conseguiram os poderes”, isso não é tão importante). Doom aceita, mas impõe as presenças dos irmãos Storm e a sua própria na viagem. Já no espaço, os tripulantes da estação são pegos de surpresa e uma anomalia põem abaixo as previsões de Reed, o que acaba causando um acidente que leva a modificação dos organismos dos tripulantes, dando a todos, poderes especiais.

Voltando a terra, os 5 começam a sofrer as mudanças (todos já conhecem as mudanças), mas acabam sendo vistos pela população, que após um acidente, em uma divertida cena com o Coisa (as melhores cenas são com ele), aclamam Reed, Ben, Sue e Johnny como heróis, dando a eles o nome de Quarteto Fantástico.



Os efeitos colaterais em Ben e Victor (que tem sua força aumentada, além de criar controle sobre a eletricidade) são os mais violentos, tornando Ben em um amargurado e envergonhado recluso, enquanto Victor aos poucos vai perdendo a sanidade. Após isso somos aos poucos apresentados aos novos poderes dos membros do Quarteto, até termos a batalha final contra Victor Von Doom (Destino) no centro da cidade. Essa batalha, inclusive, deve que ser alterada depois do filme já pronto, pois estava muito parecida com a do final do filme Os Incríveis . Inclusive, muitos compararão os dois filmes, já que a família de Heróis da Pixar é claramente baseada nos personagens da Marvel.
Temos que ver a adaptação de Tim Story com olhos diferente dos das principais e melhores adaptações da Marvel. Definiram muito bem o filme quando o chamaram de um “filme sessão da tarde”, ou um “filme de origem”, pois o filme do Quarteto é divertido como as sessões de filmes da Rede Globo eram na década de 80 e uma preparação para um próximo filme que tem tudo para ser bom (principalmente se o Tim Story sair fora). Então, mesmo com todos absurdos no roteiro, que o filme apresenta, como a falta de pânico da população por ter entre eles pessoas que foram modificadas geneticamente por algo estranho, o que podia ser contagioso; Reed Richards mesmo falido, como visto no início do filme, ter a grana pra construir uma complexa máquina que repete o fenômeno que os transformou; Sue Richards ser uma cientista aparentando 20 anos de idade e etc, etc, etc… Mesmo com todo esforço, sendo bem inferior ao último filme da Pixar, o filme cumpre com sua função principal, que é a de DIVERTIR (principalmente os fãs de HQ’s e dos 4 Fantásticos criados por Stan Lee, que também aparece nesse filme, e dessa vez como um personagem que realmente existe nos quadrinhos, o carteiro Willy Lumpkin).

PS: Cenas do próximo capítulo: CONTINUANDO A MALDIÇÃO DAS PÉSSIMAS CONTINUAÇÕES.

GUERRA DOS MUNDOS
(WAR OF WORLDS)

quarta-feira, 6 de julho de 2005


Direção: Steven Spilberg.
Roteiro: David Koepp e Josh Friedman
Elenco: Tom Cruise, Dakotta Fanning, Tim Robins, Miranda Otto, Justin Chatwin.

A invasão começou, e os aliens de Spilberg deixaram de acender o dedo e pedir para ir para casa ou tocar músicas para se comunicar…


CONTÉM SPOILLERS


H. G. Wells foi um dos mais importantes escritores do gênero Ficção Científica. Criou obras como “A Ilha do Dr. Moreau”, “O Homem Invisível” e obras de maior importância, como “A Máquina do Tempo” e “Guerra dos Mundos”, recém adaptada por Steven Spilberg.
Em Guerra dos Mundos, Wells utilizou seu vasto conhecimento científico e político, para retratar como seria a invasão de seres alienígenas hostis a nosso planeta e como reagiríamos a essa invasão, mesmo sendo belicamente inferiores ao inimigo. Vindos de Marte, o planeta vermelho, esses seres seriam a personificação dos nossos maiores medos. Com uma clara carga política anti-imperialista (Wells aparentemente seria socialista e grande opositor dos avanços imperialistas europeus aos países da Ásia e África), essa obra não seria nem de longe apenas entretenimento, e sim uma espécie de recado a essas potências, que da mesma forma que invadiam, poderia também ser invadidas e destruídas. Outro ponto fundamental, a história se passava no final do século XIX, sendo essa, uma versão contemporânea da mesma.
Então, o que Spilberg utilizaria dessa obra em seu remake? Muito pouco, ou melhor, quase nada, já que o diretor claramente foca seu filme em um contexto micro (a família do personagem de Cruise), e não no macro (a guerra, os motivos e conseqüências da invasão em si). Para não ser injusto, em alguns momentos do longa são feitas referências a um lado mais político, como a personagem de Dakota Fanning pergunta a assustada ao seu pais, se eles estão sendo atacados por terroristas (clara crítica a cultura do medo do Governo Bush pós 11 de Setembro), ou no próprio desfecho do filme, onde é feita uma interessante alusão a chegada do Conquistador Europeu ao novo Mundo e as devastações causadas pelo mesmo (no filme ocorre em um sentido meio que inverso, já que são os invasores que são derrotados devido às “impurezas do povo oprimido”). É impressionante também, a forma como o diretor trabalha os dois momentos da população em relação aos acontecimentos. Num primeiro, o deslumbre e a curiosidade são os focos principais, para logo depois serem substituídos pelo mais completo pavor, desespero e perplexidade perante a destruição realizada pelos alienígenas (que no filme, diferentemente do livro, não são apresentados como marcianos, ficando para mim, apenas a alusão disso devido a tentativa dos mesmo de deixar o planeta vermelho com sua bizarra vegetação).
Portanto, Spilberg dá mais uma vez o seu toque família (um dos seus pontos fracos), colocando como espinha dorsal do filme, o sofrido relacionamento do personagem de Tom Cruise com seus filhos, que de pai distante, omisso e irresponsável, passa no final da fita, após enfrentar as inúmeras ameaças e proteger seus filhos, a ser o herói do lar.
Mas mesmo não gostando muito dessa abordagem, gostei bastante do filme, pois ele é um dos poucos blockbusters, possuidor de um final que nos deixa com uma pulga atrás da orelha e nos fazem pensar (eu não fiquei apenas com uma pulga, mas com uma população inteira delas).
Tecnicamente o filme é quase impecável, com cenas de destruição assustadoras (que apesar de sensacionais, são estranhas e não tão contundentes devido à ausência de realismo (nesse caso, entenda violência como realismo), com exceção às cenas onde Ray chega em casa em choque e completamente sujo das cinzas das pessoas desintegradas pelos tripodis e a cena dos corpos seguindo a correnteza do rio. Além dessas, quase não são mostrados corpos, o que é no mínimo estranho já que as máquinas alienígenas não tem como única arma e forma de matar, os seus raios desintegradores) criadas pela Industrial Light and Magic. O som também é digno de destaque. A representação constante do barulho das máquinas trabalhando é quase tão assustador quanto a visão das mesmas. A narração de Morgan Freeman no prólogo e epílogo do filme dão o charme final ao filme e servem como homenagem a fantástica adaptação radiofônica da obra de Welles, feita pelo genial Orson Welles, em 1938.

É impossível também não fazer uma alusão ao filmes de et´s do Shyamalan (o subestimado Sinais). Podemos ver semelhança desde o núcleo principal da trama (a família), até o desfecho do filme. Mas não pretendo aprofundar mais essa possibilidade de discussão.
Resumindo, Guerra dos Mundos é um bom filme, mas bem longe de ser genial. Digno de horas e horas de excelentes discussões, mas que com certeza seria muito melhor, se conduzido por um Spilberg um pouco mais corajoso e politizado do que foi aqui, além de um final 2 minutos maior e mais explicativo.

PS: Cenas do próximo capítulo: TÁ NA HORA DO PAU!!!

TÁXI

domingo, 3 de julho de 2005

Em homenagem à estréia do Quarteto fantástico, essa semana…

COMO EU CHEGUEI ATÉ O FILME:

Fábio*:
- Cara, gosto muito do seu Blog e nunca te ajudei de verdade, agora pretendo me redimir.
Eu:
- Se redimir como?
Fábio:
- Minha namorada alugou Táxi e eu aluguei O Homem-Coisa.
Eu:
- Caramba!!! E o que diabo é Homem-Coisa pelo amor do Santo dos filmes ruins e desconhecidos?
Fábio:
- Cara, é baseado em um personagem da marvel Comics, tem até aqueles desenhos dos quadrinhos passando no início do filme.
Eu:
- Ah é? E presta?
Fábio:
- Se prestasse eu não estaria oferecendo para você ver e esculhambar né meu amigo?
Eu:
- Puuuuuuutz!!!hehehehehehehehehe Pois então manda.

O HOMEM-COISA JÁ FOI, VAMOS AGORA AO TÁXI:





(_*_) (_*_) (_*_) (_*_)


Direção: Tim Story.
Roteiro: Ben Garant, Thomas Lennon e Jim Kouf, baseado em roteiro de Luc Besson.
Elenco: Queen Latifah, Jimmy Fallon, Henry Simmons, Jennifer Espósito, Gisele Bündchen.

Vamos enumerar aqui alguns motivos que possam nos levar a ter vontade de ver esse filme.

1. Ver o último filme do Diretor do Quarteto Fantástico, antes da estréia do filme nessa quinta-feira (esse é um bom motivo);
2. Ver a “atuação” de Gisele Bundchen (esse é um péssimo motivo, pois ela é péssima, mesmo quase não tendo falas no filme);
3. Ver a famosa revista de Bundchen na super gostosa Espósito (essa é show, mas também não é um bom motivo, já que a cena é curtíssima e está quase toda no trailler do filme);
4. A presença de Jimmy fallon, que é um excelente comediante (esse é um bom motivo apenas em partes, já que a história é tão boba que impede até um maior destaque dele).

Medindo os prós e contras, chego a seguinte conclusão. Táxi é um filme com uma história extremamente boba, repleto de clichês, personagens extremamente caricatos, mas mesmo assim, não é tão podre e terrível como muitos pintaram e como eu imaginava (pensava que seria no nível de filmes como a Mulher Gato e As Branquelas). Mas Táxi possui um grande atrativo que esses filmes passaram muito longe de ter, que é um bom e simpático comediante como protagonista.
Mas o verdadeiro motivo que me levou a ter interesse em ver esse filme, além de ter mais uma resenha para o Nem Todos São Arte, foi principalmente devido a Direção do Tim Story, Já que o mesmo é o responsável pelo comando da nova e esperada adaptação do Quarteto Fantástico. Então que conclusão e que expectativas podemos gerar a partir disso? Nenhuma, já que um filme (espero eu) não tem nada a ver com o outro.
Ah, falta a história do filme: Uma quadrilha de modelos brasileiras lideradas por Gisele Bündchen (no filme chamada de Vanessa), que de atriz não tem nada, só o namorado, realiza uma série de assaltos que estão pertubando seriamente o FBI e a Polícia de Nova York . Um policial atrapalhado (Jimmy Fallon) e que não sabe nada de direção, se mete no caso com a ajuda forçada de uma motorista de táxi (Queen Latifah), que sonha em ser piloto da Nascar. O resto é fácil de advinhar. E é de impressionar como a indústria cinematográfica é acomodada, pois só isso para justificar a realização de filmes patéticos como esse. Ou melhor, são exatamente as pessoas (essas sim patéticas), que continuam indo ao cinema conferir filmes como esse, o que levam os estúdios a continuar produzindo-os. E mais, são donos de Blogs patéticos como eu, que se dão ao trabalho de ver filmes como esse, alugados por um amigo patético… Meu Deus, que patético isso!!!

PS: Assisti o Guerra dos Mundos, mas esse fica para o meio da semana.

* O Fábio é um grande amigo meu, colega de Faculdade e leitor assíduo do Nem Todos São Arte desde os tempos do UOL.

MADAGASCAR

sexta-feira, 1 de julho de 2005






Direção: Eric Darnell e Tom McGrath.
Roteiro: Mark Burton e Billy Frolick.
Elenco (Vozes): Ben Stiller (Alex), Chris Rock (Marty), David Schwimmer (Melman), Jada Pinkett Smith (Gloria), Sacha Baron Cohen (Julian), Cedric the Entertainer (Maurice), Andy Richter (Mort).

Nem só de Sherk vive o estúdio de animação da Dreamworks. Depois do muito sem graça Espanta Tubarões, a empresa de Spilberg consegue realizar um filme quase tão divertido quanto o primeiro filme do Ogro primo do Hulk. Apesar disso, Madagascar é um filme que já deveria começar após o 30 minutos de exibição (confesso que o começo do filme é meio chato). O filme embala mesmo após o embarque dos animais a África.
Madagascar conta a história e o cotidiano de 4 animais diferentes (leão, hipopótamo, girafa e zebra) em um zoológico. Animais que tem uma vida “perfeita”, desfrutando da segurança de seus lares, os cuidados recebidos e a fama em relação ao povo da cidade de Nova York. É interessante a alusão que os diretores gostam de fazer em relação às vidas dos animais e as nossas vidas cotidianas (eles também são responsáveis pelo ótimo FormiguinhaZ). No caso de Madagascar, temos um Leão vaidoso e egocêntrico que só consegue dormir ao som da poluição sonora da cidade grande; uma girafa hipocondríaca; uma hipopótomo fêmea muito vaidosa; e uma zebra que sonha e idealiza todas as “maravilhas” da vida “livre” na natureza, e é esse sonho que acaba metendo todos eles em uma confusa situação, onde todos precisam aprender a viver em liberdade, buscando seus próprios alimentos e desempenhando seus papéis na cadeia alimentar. Inclusive, essa é uma leitura que podemos fazer do filme, a da busca e direito do exercício da liberdade por parte de todos. Mas que liberdade seria essa? Esse é um conceito discutido ao longo do filme.



Outra grande sacada do filme, são as formas dos próprios desenhos, uma homenagem aos antigos desenhos da Warner (Pernalonga, Patolino etc). Então, prepare-se para as várias situações completamente sem sentido, se você estiver preparado, com certeza vai se divertir ainda mais com o filme.
Na minha opinião, e pelo que pude perceber, é quase um consenso, os melhores personagens do filme, são os pingüins gangsteres. Os melhores diálogos, as melhores piadas e as melhores cenas do filme tem a presença dessas pequenas e organizadas aves. Inclusive, são elas as responsáveis pelo desvio do barco que levaria os animais para uma reserva e acabou jogando-os na ilha que dá nome ao filme. Os Lêmures também são uma excelente atração do filme e é impossível não ficar com a música deles na cabeça após ver o filme e os divertidos créditos finais.
Tudo bem que já está virando um grave clichê nesse gênero, a homenagem a outros filmes, mas é impossível não bolar de rir com as aqui existentes, principalmente às homenagens a Beleza Americana e ao Planeta dos Macacos Original (até agora estou rindo dessa cena).

Então, deixe as velhas desculpas de lado (de que vai só para levar os sobrinhos, ou primos pequenos, ou afilhados, ou porque a namorada quer ir) e vá ao cinema ver esse filme.

PS: Dessa vez, até que enfim, consegui ver a cópia legendada. E mesmo sem ter visto a dublada, recomendo o filme com o som original, os motivos são mais do que óbvios, concordam?

PS 2: E no melhor blog de Literatura que eu escrevo, o LITERATURA FANTÁSTICA , a sensacional resenha, do sensacional membro SÉRGIO FILHO, sobre o sensacional livro, O GUIA DO MOCHILEIRO DAS GALÁXIAS!!!!