
Direção: Hayao Miyazaki.
Roteiro: Hayao Miyazaki, baseado em livro de Diana Wynne Jones.
Elenco (Vozes – versão E.U.A.): Lauren Bacall (Bruxa), Christian Bale (Mago Howl), Billy Crystal (Calcifer), Emily Mortimer (Sofia), Jean Simmons (Sofia - velha).
O mais impressionante acerca do trabalho de Hayao Miyazaki, é que ele constrói as histórias dos seus filmes durante o decorrer dos mesmos, ou seja, ele não prepara o material antes de produzir a animação, dando o rumo que ele acha melhor ao roteiro, a partir da última cena produzida. Isso demonstra o quão criativo é esse excepcional diretor japonês, que vem ganhando cada vez mais notoriedade por essas bandas após o seu premiado filme, “A Viagem de Chihiro”.
E mais uma vez, ele nos brinda com um magnífico filme, novamente protagonizado por um personagem feminino, aqui chamado de Sophie. No “Castelo Animado”, o diretor não utiliza tantos elementos mitológicos nipônicos como em “Chihiro”, o que torna o filme bem mais fácil de entender e acompanhar. Apesar do filme anterior não ser difícil de entender, a série de referências a uma cultura específica, sendo ela ainda desconhecida, não deixa de causar um certo estranhamento aos espectadores que moram do lado esquerdo do globo.
Em “O Castelo Animado”, Sophie é uma jovem garota, moradora de uma cidade pequena, que vive uma aparente e entediante vida. Trabalhando na chapelaria de sua mãe, ela tem sua rotina abalada pelos preparativos do exército de seu país para uma guerra contra um país vizinho e o inusitado encontro com um belo mago. Se metendo, sem querer, em um conflito entre uma bruxa e esse mago, ela acaba sendo amaldiçoada pela bruxa e se transforma em uma senhora de 90 anos. Decidida a se livrar do desmerecido castigo, ela vai embora da sua cidade, e acaba se tornando faxineira de um castelo mágico que vive em movimento. A partir daí, Sophie conhece um excitante mundo, se tornando amiga de magos, aprendizes, demônios, bruxas e outros seres amaldiçoados como ela.
A beleza das cores utilizadas aqui é outro ponto forte da animação de Hayao Miyazaki; suas lindas paisagens são encantadoras e a mistura de animação tradicional com computação gráfica torna tudo isso ainda mais real e belo. Muito melhor que as animações tradicionais da Disney, onde os filmes tem seu ritmo quebrado por aqueles chatíssimos números musicais. “O Castelo Animado” possui emoção e diversão nas doses certas, sem exageros e sem ser forçado.
Para quem viu e gostou de “A Viagem de Chihiro”, esse filme é, com certeza, imperdível. E para quem ainda não conhece o trabalho desse diretor, “O Castelo Animado” é a forma perfeita de reparar esse deslize.
Não vi esse ainda, ontem finalmente conferi Fantastica Fabrica de Chocolates, que estreou legendado nos cinemas da Uci.
Até que enfim, hein? hehehe
Vou ver o Oldboy essa semana. Tá passando naquele horário de 19:30h, até quinta a partir de amanhã.
puxa, depois de ler as continuaçoes no post anterior estou pensando seriamente em ir morar em marte
rararara
Assisti A Viagem de Chihiro ontem e achei simplesmente demais. Um filme sutil e poético, recheado de subtemas e submensagens sem, no entanto, afastar-se de beleza simples que uma animação deve ter. Se o novo filme for metade do que foi A Viagem de Chihiro, já vale a pena!
Olá! Sou fã de animações, sejam elas digitais ou não… pretendo ver esse filme o mais rapido possivel… principalmente vendo a cotação dele aqui (é o unico blog que conheço que fala sobre ele). Um abraço!
Luís, o Gabriel, do blog OS INTOCÁVEIS, tb fez uma resenha sobre esse filme. E está bem mais aprofundada que a minha, diga-se de passagem. Se quiser ver, é só procurar o link dele aí no lado esquerdo.
o que eu acho mais interessante destas animações japonesas são o destaque dado a cultura fantasiosa, difere muito do que vemos normalmente no padrão Disney, somente isso ja vale uma conferida.
Vi cerca de 35 minutos de CHIHIRO no TV e gostei um pouco. Espero poder assistir a esse filme, uma alternativa a essas animações fofóides em CG…
Antes de ver esse “Castelo Animado”, quero conhecer mais o trabalho de Miyazaki (nem Chihiro eu vi ainda…).
Ei Rodrigo, esse Castelo Animado é a melhor forma de conhecer o trabalho desse diretor, já que esse e Chihiro são os seus filmes mais fáceis de serem encontrados aqui no Brasil.
E cuidado, que esse é um daqueles filmes que deixamos passar no cinema e quando vemos em dvd, pensamos: “Puta que o Pariu, devia ter ido ver essa porra no cinema, bem que o Vladimir disse!!!”. kkkkkkkkkkkkkk
Esse eu ainda não vi. E vou seguir seu conselho, para tb não dizer essa frase que vc colocou aí em cima. kkkkkkk
Estava meio receoso de assistir a este filme para não ficar boiando nas referências à cultura nipônica, como ocorreu em “Viagem de Chihiro”. Mas como diz que este é mais acessível a reles ocidentais, vou confiar e tentar conferi-lo! Um abraço!
Esse eu tb quero ver Vladimir. Tenho que ver se ainda está passando.
quem mora en Fortaleza e ainda não foi ver, estão aqui os locais e os horários em que o filme ainda está sendo exibido:
Del Paseo 1
14:20 ((dublado))
UCI Multiplex 01
13:30* ((dublado)) (* somente sábado e domingo)
Hummmm… quero horários salgados. Acho que vou ver no Del Paseo, que é menos lotado que o Iguatemi.
infelizmente não assisti a viagem de Chihiro,mas ouvi elogios a respeito,esse nunca tinha ouvido falar.
Oops… a frase era para ser: “que horarios salgados” e nao “queRO horários…”. A frase ficou com outro sentido.
Infelizmente, esse foi mais outro filme q não pude ir com vc meu amor!Fiquei com muita pena, pois estava doida p/ ver!Mas pode deixar q qdo terminar esta “bendita”, espero q ela realmente seja, monografia eu volto a ir ao cinema com vc!!!!Te amo!!
Pois é meu amor, vc está escapando de alguns ruins que eu vi, mas por outro lado, perdeu outros ótimos, como esse. Espero que vc termine logo isso e volte a ser minha fiel companheira de cinemas. hehehehe