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Cinéfilos


27/10/2005

A MANSÃO MARSTEN
(SALEM’S LOT)



Direção: Mikael Salomon.
Roteiro: Peter Filardi, baseado em livro de Stephen King.
Elenco: Rob Lowe, Andre Braughter, Donald Sutherland, Samantha Mathis, Robert Mammone, Dan Byrd, Rutger Hauer, James Cromwell.

Não tenho conhecimento de um autor mais adaptado para o cinema do que o Sr. Stephen King. As adaptações de seus contos e romances aparecem freqüentemente nas telas dos cinemas e principalmente nas prateleiras das locadoras, já que muitos deles são feitos especialmente para a telinha. De todas essas adaptações (alguns foram adaptados mais de uma vez, o que é o caso desse Salem’s Lot, que pelo que sei recebe aqui a sua terceira tentativa), podemos contar nos dedos as que realmente prestaram, e podemos diminuir os dos pés se falarmos nos que foram feitos nos últimos 10 anos. Com certeza, Salem’s Lot (pelo menos a versão que vi), não se encontrava entre esses dedos.
A Mansão Martsten, é mais uma adaptação do excelente livro “A Hora do Vampiro” (título do livro no Brasil). Que conta à história de uma pequena cidade do interior dos E.U.A. (quem acertar o Estado leva um super Parabéns hehehehe) chamada Jerusalem’s Lot. Ben Mears, interpretado aqui pelo sem futuro do Rob Lowe, é um famoso escritor, que viveu sua infância na cidade e presenciou um traumático assassinato seguido de suicídio. Vários anos depois ele retorna, com o intuito de enfrentar os seus medos (típico do S. King, não é?) e acaba enfrentando uma terrível força do mal, que aos poucos dizima a população da cidade. Então, quem enfrentará esse mal? Será que ele poderá ser derrotado? Quem se salvará? Para ter essas respostas, você vai ter que ver o filme.




O filme conta ainda com boas atuações de atores já consagrados, como Rutger Hauer,
James Cromwell (L.A. Cidade Proibida) e Donald Sutherland.
Quem não conhece talvez ache o filme monótono, já que se trata originalmente de uma minissérie, possuindo portanto, um ritmo menos acelerado do que o cinema. Mas vale a conferida para os apreciadores do gênero e não tão puristas (para não dizer, chatos) da obra desse grande mestre do horror e da fantasia (não é propaganda da antiga coleção da Editora Francisco Alves).

Arquivado em: Vladimir @ 3:23 pm

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