Direção: Robert Schwentke.
Roteiro: Billy Ray e Peter A. Dowling.
Elenco: Jodie Foster, Peter Sarsgaard, Sean Bean, Marlene Lawston, Kate Beahan, Matthew Bomer, Erika Christensen.
Jodie Foster finalmente volta a protagonizar um filme. Não sei se por coincidência, mas seu retorno se dá em um filme bastante semelhante ao seu ultimo, o ótimo Quarto do Pânico, do gênio David Fincher. Mais uma vez Foster interpreta uma mãe superprotetora, com uma filha criança e que enfrenta problemas em um ambiente claustrofobico (dessa vez um avião). O mais interessante de Plano de Vôo, com certeza é a abordagem sutil feita ao terrorismo e o panico dos utilizadores desse sistema de transporte pós 11 de setembro.
A maior e principal diferença entre um e outro, é que enquanto no filme do Fincher, Jodie era uma mãe separada, nesse ela é Kyle Pratt, engenheira de aviões e recém viúva, bastante fragilizada e traumatizada pela muito recente e contestável morte do marido (motivo da viagem de avião), que tem sua sanidade posta em duvida, quando sua filha, que não esta registrada no vôo e que aparentemente ninguém viu entrar no avião, desaparece. Começa então uma desesperada busca por sua pequena filha e para provar a todos que não esta louca.
O filme é muito interessante, principalmente ate sua metade, quando infelizmente é deixado de lado o diferencial e mais interessante da trama, o suspense psicológico, e cai no senso comum dos milhares filmes do estilo. Os pontos mais positivos estão nas atuações (Foster assumindo suas rugas e mais uma vez se destacando, como em todos os seus filmes e Sean Bean, que mais uma vez destila sua já conhecida competência) e no suspense que nos prende bem até o final da exibição. Se não fosse esse deslize e essa falta de coragem na condução da historia, com certeza teríamos aqui, mais um filme memorável.
Sua resenha tá ótima meu amor!Tb gostei muito desse filme, mesmo ele tendo algumas coisa meio clichês como vc disse no texto!Um beijão, te amo!!!!!
Concordo com vc, a partir do momento no qual o filme tem que se resolver ele se perde, mas ainda vale o ingresso.
Ainda não me animei em ver este filme. Ainda mais agora depois deste senão que você levantou a respeito da 2ª metade do longa. Sou levado a crer que o preferível é mesmo esperar para assistir no conforto do meu lar. Um abraço!
P.S.: Caso visite o meu blog e o mesmo estiver fora do ar, peço que não desista. Por favor, tente outras vezes. É que o sistema do Weblogger anda de mal a pior. Desde já, agradeço.
Com certeza não desistirei grande Paulo, o Cinelândia é um dos meus blogs preferidos
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Concordo com voce, Vladimir. Tem uma hora em que ele realmente se perde, mas é bom.
Putz, perdi a pré-estréia pq tava trabalhando… isso naum é vida naum…
Não sei se foi coincidência, grande Vlad, mas ontem a Globo exibiu o filmaço Quarto do Pânico, que inclusive vc citou aqui. Até que enfim passaram um bom filme, e tudo a ver aqui com essa sua resenha, hein?
Não fui ver esse, são tantos filmes bons que tenho que selecionar bem o que vou ver.
Grande abraço!!!
Realmente a primeira coisa q vem a cabeça sobre esse filme é O QUARTO DO PÂNICO. Só vendo mesmo pra desvincular um do outro…
Ah! queria avisar tb que estou de volta no blog. Apareça de vez em quando! Até!
Só que “O Quarto” é bem melhor, não acha Marcelo?Pode deixar que assim que tiver mais tempo dou uma passadinha no seu excelente blog.
Grande Fábio, fo só coincidência mesmo. E por sinal, ótima coincidência.
Deve ser muito bom esse filme. Gostei muito de O quarto do Panico e esse também deve ser bom. Além disso, tem o ator Peter Sarsgaard que acho competente. Mesmo em filmes ruins, como O Exorcista: O Início e Rei Arthur, ele salva o filme na minha opinião.
O filme começa muito bom, mas, da metade em diante, se perde completamente até um final decepcionante. Vale pela interpratação magistral de Jodie Foster.
Tb. adorei o filme….mas não podemos d ressaltar a falha na hora onde ninguém viu a garota momento algum…afinal a menina tinha 6 anos e tinha um tamanho consideravel normal…. JODIE FOSTER foi ótima