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Direção: Simon Wells.
Roteiro: John Logan, baseado em livro de H.G. Wells.
Elenco: Guy Pearce, Jeremy Irons, Yancey Arias, Mark Addy, Sienna Guillory, Orlando Jones.
O que mais me indigna em relação a esse filme, é que o responsável por ele, é nada mais, nada menos, que o próprio bisneto do autor do livro. O filme até que possui um certo estilo, mas isso apenas até a sua metade, pois daí para o final, se torna uma grande baboseira, com personagens bizarros, que parecem ter saído direto de um filme sadomasoquista gay (comprovado no figurino utilizado pelo Jeremy Irons) ou saídos diretamente do bar “Ostra Azul” (alguém lembra desse?).
Alexander é um físico, nascido no século XIX, que acredita piamente na possibilidade do homem romper a barreira do tempo, viajando entre dentro dele. Após sua namorada morrer tragicamente, a construção de uma máquina que o possibilitasse voltar no tempo e salvá-la torna-se sua obsessão até ele alcançar sucesso em sua empreitada. Frustrado com o resultado de suas viagens, ele decide ir além e viaja ao futuro em busca de respostas para suas muitas perguntas. Um acidente o faz perder o controle da máquina e o atira ao ano 802.702, época em que o mundo passou por uma nova reestruturação, passando os poucos homens que restaram a viver de forma pacífica e primitica, como nossos antepassados. O único problema é a existência de alguns hominídeos cabeçudos super evoluídos que controlam criaturas monstruosas e super poderosas e escravizam o bondozo e pacífico povo futurista dos E.U.A..
Até aí, o filme apresentava belíssimas imagens, através de ótimos efeitos visuais (a lua sendo destruída é de encher os olhos, além de assustadora) e uma história de amor bem interessante, de um atormentado homem que não sabia lidar com a perda de sua amada.
Mas no meio do filme, tudo muda, pois Alexander parece esquecer completamente o motivo de sua viagem (que amor tão grande é esse mesmo?) logo após esse grande salto no tempo. A tribo que ele encontra, incrivelmente, mesmo depois de milhares de anos da civilização extinta, preservaram a língua inglesa (não tem jeito, não agüento esses absurdos e as desculpas ridículas dadas como justificativas). O ridículo programa de computador da biblioteca, que ainda funciona, mesmo tendo passado cerca de 800 mil anos depois de criado (queria uma bateria dessas para o meu Discman). A ridícula participação de Jeremy Irons, que por pouco não supera a merda que fez no “Dungeons and Dragons”.
Resumindo, o filme até seria bom caso o cortássemos pela metade.
bwahahaha Cara, quando vi esse filme e vi o personagem do jeremy Irons, a primeira coisa que me lembrei foi do bar Ostra Azul e daquela musiquinha que tocava quando os policiais o adentravam. hehhahaha E o Irons está com certeza tão ruim aqui como em muitos filmes onde ele representa sempre o mesmo tipo de vilão caricato. Excelente resenha cara.
Pior.. meu pai comprou esse filme.. mas depois que ele comprou A Mulher Gato começo a duvidar da sanidade dele…
Saudades de Loucademia da Policia hehehe, ve como o ostra azul resiste.. ta la no futuro e dominou o mundo hehehe
De fato, é tosco, decepcionante e moleirão. Não deu…
Oi mei amor, fazia tempo q não fazia comentários no seu blog, né?!Mas não se preocupe q isso não vai mais acontecer!rs Só queria saber onde vc vê tanto filme huim, q eu não sei!!!!
Minha linda, a tv é uma fonte inesgotável de matéria prima para o NTSA. hehehe É só ter tempo e paciência, como as vezes tenho os dois… aí já viu né?
A Máquina do Tempo é um filme-pipoca, feito para pessoas cujo único interesse é se divertir. Já aqueles – como eu – que leram o livro de H.G. Wells saem da sala de projeção decepcionados com o resultado final. A idéia é boa, porém a realização da mesma não condiz com o escrito no roteiro. Abraços de um admirador de blogs alheios.
voces falam mal ate da propria sombra