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Direção: Andrew Douglas.
Roteiro: Scott Kosar, baseado em roteiro de Sandor Stern.
Elenco: Ryan Reynolds, Melissa George, Jesse James, Jimmy Bennett, Chloe Moretz, Philip Baker Hall.
O produtor/diretor Michael Bay realmente parece possuir uma espécie de “toque de merdas”, já que é nisso que ele transforma tudo o que põe as mãos. Infelizmente esse toque afeta apenas o conteúdo das obras, pois suas porcarias geram milhões e milhões em dinheiro (principalmente devido ao descerebrado público norte americano) para os cofres dos estúdios que os patrocinam, o que obviamente manterá a sua carreira (para o meu desgosto) ainda por muito tempo.
Produzido por ele e dirigido pelo fraquíssimo diretor Andrew Jackson, o remake de “Horror em Amityville” é mais um projeto de sua produtora especializada em refilmagens de filmes de horror (além desse, Bay produziu a nova versão do Massacre da Serra Elétrica). Michael Bay disputa esse lucrativo mercado com Sam Raimi, dono de outra produtora, com o mesmo público alvo e responsável por outras porcarias (sem dúvida, a maior trata-se da Bomba, “O Pesadelo”).
Nessa adaptação do clássico livro de Jay Anson sobre uma família perturbada por espíritos que assombram uma misteriosa casa, temos o ator Ryan Reynolds, como George, o chefe da família Lutz, que sofre uma terrível transformação devido a influências nefastas da famosa casa, passando de um carinhoso marido e padrasto, a louco homicida. Nessa versão, os produtores optaram pelos sustos fáceis em situações clichês, em uma trama boba e batida de espíritos de pessoas mortas violentamente por uma entidade maligna que também se encontra presente na casa, se juntam para atormentar e fazer mal para todos que nela tentem viver.
O filme tem cenas dignas das novelas das 19h da rede globo, onde Reynolds aparece durante quase todo o filme com o peito despido, mostrando seus músculos, bem ao estilo Marcos Pasquim e Humberto Martins. Mas o mais interessante, com certeza é o roteiro, que insiste na história da família feliz que se muda para uma estranha casa, começa a ser atormentada e só se salva quando um dos envolvidos vai em busca de respostas (ou com um padre, ou simplesmente na hemeroteca da biblioteca municipal), resolve o mistério e foge da casa antes que alguém, além do miserável de algum animal, se lasque. Se você não viu essa mesma história, com sutis diferenças, em centenas de outros filmes e logicamente não se incomodar com isso, então talvez, você até goste desse. Com certeza, é muito mais fácil deixar todo o fantástico terror psicológico encontrado no livro de Anson e partir para o susto fácil e a história batida, mas com respostas (não importando o quão boba ela é).
A influência do cinema de terror oriental também está presente no filme. Primeiramente em relação ao final cheio de respostas e em segundo lugar, o fantasma de uma certa garotinha de cabelos compridos… Resumindo? Mais uma grande bobagem!
hahahaha Podre. O Ryan Reynolds não tem nada a ver com personagens mais sérios como esse. Sério? Não, Amitiville não tem absolutamente nada de sério. hehehe Vc tem razão, é horrível!
Qt tempo meu véio!
hehehe
Sim cara…Tbm achei mt fraco esse filme.
Mt fraco msm.
u.u
É fraquinho mesmo esse filme, com sustos fáceis e história manjada. Mas ainda dá para se divertir, se não tiver nenhum filme para alugar. Melhor do que A caverna e uma obra-prima se comparado a O Pesadelo.
Infelizmente as produtoras (e diretores) não têm obtido sucesso nos remakes de grandes filmes (de terror ou não). “A Profecia”(2006) é outro fiasco, que fez com que eu me arrependesse amargamente de ter perdido meu tempo indo assisti-lo.”Amityville” é,realmente,clichê demais…a cena final,então…literalmente, sem comentários!
Não assisti esse novo Amytiville e nem pretendo alugá-lo (só assistirei quando o SBT -pois lá ele deve passar, com certeza - comprar os direitos de exibição para a TV). Acredito que o cinema hoje viva um outro momento. O gênero terror não se reciclou como deveria. Quem quiser ver um bom filme de terror, assista Roger Corman, George Romero, John Carpenter, Wes Craven (os filmes mais antigos, é claro!). O resto é puro merchandising para vender ingressos e toneladas de pipoca. Ter de aturar Kevin “Ridículo” Reynolds, ainda por cima, é demais! Abraços do crítico da caverna.
Acho que esse filme está na média, gostei um pouco, concordo que tem muitos erros, bom mas realmente não dá sustos. Também comentei sobre uma refilmagem, esta até pior do que o original, Poseidon, em meu blog. Se puder dê uma passada lá, ok? Até mais!
Mano, ce só sabe criticar? Vai dirigir um filme então! Me fala alguma obra sua que ficou famosa. Ah! Detalhe, caí aqui sem querer pq estou procurando citações de Willian Wallace em Coração Valente, não pq esta página era meu objetivo. Cara chato!